Inhotim

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Inhotim Minas Gerais Brasil Museu a céu aberto Arte Contemporânea Blog da Ana Cassiano anacassiano.com.br

Inhotim é o maior museu a céu aberto de arte contemporânea da América Latina. Ele tem o dom de interagir o ser humano com as montanhas e matas ao redor. Um lugar realmente incrível. Fica em Brumadinho (Minas Gerais) a 60 km de Belo Horizonte. O local foi uma fazenda no século XIX, cujo dono era um inglês de nome Timothy (o "Senhor Tim"), que na linguagem local acabou virando "Inhô Tim".  

Como disse o jornalista Ricardo Freire, Inhotim é o melhor passeio que você ainda não fez! E se já fez tem que voltar, porque ele é tão grande que não dá pra fazer num dia só; precisa de pelo menos 2 dias para ver tudo.  

O jornal The New York Times citou que "poucas instituições se dão ao luxo de dedicar milhares de acres de jardins, montanhas e campos apenas para a arte".

O parque é muito grande e tem subidas íngremes. Por isso eu sugiro que contratem o serviço de carrinhos de golf. É pago à parte, mas vale muito a pena. Ahh, e não deixe de pegar o mapa que eles dão na entrada, para vc se orientar melhor.  

Informações sobre preço, horário de funcionamento e como chegar, estão no final desse post. À seguir, as obras que eu acho imperdíveis...

 

Os bancos de madeira, de Hugo França

Além das 170 obras de arte expostas pelo parque, Inhotim conta com 98 bancos do designer Hugo França, que são feitos de troncos e raízes de pequi-vinagreiro, árvore comum na mata atlântica, que são encontrados caídos ou mortos na floresta. Então ele cata, reaproveita e transforma em bancos simplesmente MARAVILHOSOS!

      Olha o tamanho desse banco!!

 

 

Obra: “A Origem da Obra de Arte”, da artista Marilá Dardot 

Localização no mapa: G17 laranja  (** Esse mapa é distribuido no parque) 

Essa instalação de Marilá Dardot é na verdade um convite para escrever palavras e espalhá-las pelo campo. A gente encontra espalhadas na grama 1.500 letras em forma de vasos de cerâmica produzidos por mulheres de comunidades carentes de Brumadinho.

 

Obra: "Piscina", do artista Jorge Macchi 

Localização no mapa: A15 laranja 

É uma caderneta de endereços com a página aberta!! Os visitantes podem nadar se quiserem.

 

Obra:“Folly”, da artista Valeska Soares 

Localização no mapa: G14 laranja 

Nessa instalação, Valeska Soares cria um mundo à parte e mágico, com traços de fantasia. Dentro desta estrutura, o espectador pode perceber-se parte da dança projetada em vídeo nas paredes espelhadas em seu interior. As múltiplas imagens são formadas por reflexos, fazendo com que os dançarinos se aproximem e se afastem, bem como envolvendo o visitante ao som da canção "The Look of Love", do filme "Casino Royale". 

O vídeo que serviu de ponto de partida para a criação da obra e é projetado em seu interior, foi gravado na boate do antigo Cassino da Pampulha, projeto de Oscar Niemeyer em Belo Horizonte, hoje museu. 

As imagens se relacionam com a arquitetura, que remete a um jardim ou um coreto de praça. Para a instalação permanente em Inhotim, foi criado em seu entorno um projeto paisagístico desenvolvido entre a artista e a equipe botânica do parque, que trouxe características de um jardim doméstico com árvores frutíferas e flores. O interesse pelo jardim e pelo aspecto multisensorial da arte - além da visão, o tato e o olfato - é recorrente na obra de Soares, assim como a memória e a ficção.

 

Sonic Paviolion – Sons da Terra. Artista: Doug Aitken

Localização no mapa: G10 rosa

Doug Aitken é “O cara”. Ele expressa a arte contemporânea no mais alto grau hollywoodiano. Do Sonic Pavilion se tem a melhor vista de Inhotim ao som, literalmente, da terra: A obra consiste em um buraco no chão de 200 metros de profundidade, acoplado a uma série de microfones para captar o som da Terra. Este som é transmitido em tempo real, por meio de um sofisticado sistema de equalizador e amplificação, no interior de um pavilhão de vidro, vazio e circular. O som que sai do buraco é impressionante! É o som das escavadeiras das mineradoras que trabalham na região.

 

Obra: “Ahora juguemos a desaparecer II”, de Carlos Garaicoa 

Localização no mapa: G18 laranja

É uma maquete de cidade feita de velas acesas, onde cada vela é um prédio famoso de uma determinada cidade do mundo. As velas queimam durante todo o tempo, derretendo e “deformando” a cidade. A obra parece entregue a um destino trágico. Ao final de um ciclo de dias, as velas são substituídas por outros prédios idênticos e novos. Isso acontece num galpão reformado e escuro, que funcionava como estábulo na época em que Inhotim ainda era uma fazenda.

Ali, a vídeo-instalação demonstra um experimento em processo, quando arquiteturas são postas em chamas e deflagram uma série de discussões possíveis, desde a emergência de novas ordens sociais ao padecimento de culturas seculares. A obra foi feita pensando especificamente na cidade como palco de guerra, numa mecânica agonizante entre destruição e reconstrução.

 

"Amor Comum" do artista Luiz Zerbini

Localização no Mapa: G3 amarelo (Galeria Praça)

Nessa exposição, Luiz Zerbini usa pinturas com quadros de cerâmica, brincando com a geometria, persepção e luz, nos causando uma sensação de vertigem. O artista reinventa a pintura sem usar tela, pincel ou tinta, mas sim a luz das vibrações cromáticas da imagem digital. Ele some com as figuras e paisagens e cria em seu lugar uma informação visual dita “aleatória, sem um sentido definido”: são os ruídos de comunicação, os sinais distorcidos, os bugs de sistema (Pixels). Mergulhado de cabeça no mundo contemporâneo, Zerbini lança mão da situação que intriga e atormenta todos nós, a era das tecnologias digitais. Obras abaixo: "Drops" e "Pintura Velha"

 

Pavilhão "Panacea Phantastica" de Adriana Varejão 

Localização no mapa: G7 laranja

Os trabalhos de Adriana Varejão trazem referências da arquitetura inspiradas em espaços como açougues, botequins, saunas e piscinas, e abordam questões como textura e perspectiva. 

Na obra "Parede Visceral", a artista mostra as vísceras da construção, numa referência à crueza e agressividade da matéria, nos trabalhos onde ela simula a “carne”. 

Na obra abaixo "Celacanto Provoca Maremoto", Adriana Varejão trabalha bastante com azulejos inspirada no período colonial brasileiro e nos azulejos portugueses. 

 

Obra: “Vegetation Room”, de Cristina Iglesias

Localização no mapa: G19 laranja 

É uma estrutura espelhada, totalmente camuflada na mata que nos dá a ilusão de infinito. Parece até obra de ficção cientifica! Dentro dela tem um labirinto verde, onde a artista nos transporta para um espaço feito para nos iludir, fazendo parecer um paraíso secreto. FANTÁSTICO!

 

Obra "True Rouge" do artista Tunga 

Localização no mapa: Galeria True Rouge - G2 amarelo

Vista de longe, parecem vísceras espalhadas de um corpo esquartejado. Mas de perto, os objetos que pendem do teto lembram um grande teatro de marionetes. Recipientes que contêm um líquido viscoso vermelho derramam sobre si, remetendo aos ciclos vitais. 

        Galeria True Rouge.

 

Tunga foi o primeiro artista brasileiro a ter uma obra exposta no Louvre. Infelizmente nos deixou; morreu no ano passado vítima de um câncer na garganta. Ele é considerado uma das figuras mais emblemáticas da cena artística nacional. Suas obras estão sempre associadas a um campo multidisciplinar, em que filosofia, ciências naturais e literatura andam lado a lado. Para Tunga, o importante é ultrapassar os limites entre ciência e fantasia, realidade e ficção, resultando na criação de uma mitologia própria e única. 

 

Galeria Claudia Andujar 

Localização no mapa: G23 rosa

Construída com um único material, o tijolo artesanal queimado, o lugar explora as texturas dos planos, desenhando sombras que repercutem a densidade e variedade da luz do sol, dando uma interpretação belíssima das relações possíveis entre arquitetura e natureza. A galeria abriga a obra fotográfica da artista Claudia Andujar, que fez um lindo trabalho com os índios Yanomamis. Aliás, eles foram convidados para a inauguração e chamaram a galeria de "Maxita Yano" – casa de barro, na língua Yanomami.

 

Viewing Machine – Caledoscópio. Obra de Olafur Eliasson 

Localização no mapa: A13 laranja

Esta obra gera um efeito obtido pelo reflexo da luz em seis espelhos que formam um tubo hexagonal. O visitante é convidado a manusear esta máquina, apontando o caledoscópio para um ponto de seu interesse e uma série de formas é revelada. A escultura funciona como uma ferramenta que modifica nossa visão de mundo, e o papel lúdico que ela proporciona é o prazer de perceber a nós mesmos (palavras do próprio artista).

 

Obra: "Lama Lâmina", do artista Matthew Barney 

Localização no mapa: G12 rosa 

Essa obra consiste numa cúpula de vidro e aço que abriga um trator florestal sustentando uma escultura de polietileno branca em forma de árvore. A preocupação ambiental do artista expressa na obra é evidênte.

A instalação fica totalmente incrustada no meio da mata e oferece um contraste futurista à paisagem. Ao caminhar ao redor, vivenciamos um incrível jogo de reflexão de imagens de nós mesmos, que nos interage com a natureza. 

Nessa obra, Matthew Barney toma o candomblé baiano como fonte de referência para tecer uma complexa relação sobre o conflito entre Ogum, orixá do ferro, da guerra e da tecnologia, e Ossanha, orixá das florestas, das plantas e das forças da natureza.

 

Obra: "Desvio para o vermelho", de Cildo Meireles 

Localização no mapa: Galeria Cildo Meireles - G5 amarelo

Impregnação monocromática de móveis e objetos reunidos numa mesma realidade doméstica. Obra aberta a uma série de simbolismos e metáforas, desde a violência do sangue até conotações ideológicas e políticas. O que interessa ao artista é oferecer uma seqüência de impactos sensoriais e psicológicos por quem atravessa o cômodo. Eu simplesmente amei, porque vermelho é a minha cor!

 

"Elevazione" - A árvore suspensa, de Giuseppe Penone 

Localização no mapa: A21 laranja

A árvore central na verdade é uma castanheira feita de bronze, à qual outras partes de árvores foram soldadas. A grande árvore de metal está presa ao chão por pés de aço e, plantadas ao seu lado, estão cinco outras árvores que, ao longo dos anos, irão crescer e se aproximar da escultura, como se a sustentassem e criassem um espaço arquitetônico para abrigá-la. Penone realiza obras diretamente na natureza, associando intervenções escultóricas ao processo de crescimento de árvores. Mantém o diálogo com a natureza por meio do domínio de elaboradas técnicas de escultura, mas conservando a mesma dualidade entre o fenômeno artístico e o natural.

 

"Forty Part Motet" da artista Janet Cardiff 

Localização no mapa: G3 amarelo - Galeria Praça

Utilizando microfones individuais, Janet Cardiff gravou cada integrante do coral da Catedral de Salisbury, na Inglaterra. Na instalação em Inhotim, a artista usa uma caixa de som para cada voz, o que permite ao espectador ouvir as diferentes vozes individualmente. Ao sentarmos no centro, ouvimos o coral inteiro cantando num todo. A música cantada é “Spem in Alium Nunquam Habui” do compositor Thomas Tallis, que a compôs especialmente para a comemoração do aniversário da Rainha Elizabeth 1ª, em 1575.

 

Obra: "Troca-Troca", fuscas coloridos. Artista: Jarbas Lopes 

Localização no mapa: A6 laranja

Troca-troca é uma obra composta por três fuscas coloridos, com latarias trocadas entre si. Jarbas Lopes já viajou 2 vezes com esses carros, juntamente com amigos, e os fuscas guardam as histórias dessas viagens, das pessoas que os ocuparam e das músicas que ouviram em conjunto. Os fuscas trocam de lugar no parque, cada época estão num lugar diferente.

 

As Três esculturas de bronze – Obra sem título de Edgard de Souza 

Localização no mapa: A16 rosa

Essas esculturas intrigam quem passa por ali. Agrupadas pelo artista sobre uma mesma base elíptica de concreto, representam uma figura masculina nua baseada no corpo do próprio artista e poderiam ser consideradas autorretratos, não fosse a ausência do principal elemento de identificação: o rosto. As esculturas sugerem a leitura de um movimento contínuo, como se fosse uma cambalhota.

 

Obra "Inmensa", de Cildo Meireles 

Localização no mapa: A3 amarelo

No latim, in mensa quer dizer na/sobre a mesa. A obra evoca uma ampla gama de significados e referências externas, algo implícito já no próprio título. Ao se apropriar de objetos de origem doméstica - mesa e cadeiras - e alterar sua configuração usual, suas proporções e seu contexto, o artista cria uma escultura que permite várias interpretações. Formada por uma estrutura arquitetônica na qual, opondo-se à lógica, os elementos menores sustentam os maiores, a obra questiona noções de hierarquia e equilíbrio que podem ser lidas na ordem da sociedade, da política e da economia.

 

Obra: “Narcissus Garden”, de Yayoi Kusama 

Localização no mapa: A17 rosa

500 esferas leves de aço inoxidável flutuam sobre o espelho d'água do Centro Educativo Burle Marx, e se movimentam conforme o vento, criando formas e refletindo a paisagem de céu, água, vegetação e do próprio espectador que fica com a imagem nas esferas. Evocando o mito de Narciso, que se encanta pela própria imagem projetada na superfície da água, a obra constrói um enorme espelho, composto por centenas de pequenos espelhos convexos, que multiplicam a imagem daquele que a contempla - contemplando assim, a si próprio. A obsessão por padrões circulares remete às alucinações que a artista diz ter vivido na infância.

 

Obra: “Continente/Nuvem”, de Rivane Neuenschwander 

Localização no mapa: G13 amarelo

Essa obra está instalada numa pequena casa de fazenda de 1874, a mais antiga construção remanescente da propriedade rural que deu origem ao Inhotim. É uma obra cinética que ocupa totalmente o teto da casa. Consiste em bolinhas de isopor que se movem aleatoriamente sobre um forro transparente, ativadas por circuladores de ar. Esse estímulo cria formas abstratas monocromáticas que aludem ao mesmo tempo a mapas e ao movimento das nuvens no céu.

 

Cosmococa "Hendrix War", de Hélio Oiticica e Neville D Almeida 

Localização no mapa: G15 laranja

Cosmococa é um conjunto de prédios em forma de cubos feitos de pedra ardósia.

É uma viagem!!! Aqui a gente escuta as guitarras distorcidas de Jimi Hendrix do álbum póstumo War Heroes relaxando em uma rede colorida. Na época em que residiu em Nova York, no início dos anos 1970, Hélio Oiticica trabalhou em parceria com o cineasta Neville D Almeida na criação de instalações pioneiras chamadas de quasi-cinemas. Estas obras transformam projeções de slides em instalações ambientais que submetem o espectador a experiências multisensoriais criando uma passiva relação entre obra e público.

Aliás, desbravar as Cosmococas de Hélio Oiticica e Neville D Almeida é uma experiência sensorial completa. Salas com almofadas, balões e até uma piscina gelada fazem parte da proposta dos artistas. A piscina pode ser usada pelo público.

 

Obra: “Beam Drop” de Chris Burden 

Localização no mapa: A14 laranja

71 vigas de ferro foram lançadas de um guindaste de 45 metros de altura numa piscina de concreto mole. Depois esse concreto endureceu.

          Peguei essa imagem na internet, do dia que a obra foi construída.

 

Obra: “Tteia”, de Lygia Pape 

Localização no mapa: G20 laranja  

A obra são fios dourados dispostos no sentido vertical e perpendicular, iluminados por focos de luz. À primeira vista, eles parecem flutuar, ou dissolver-se. O visitante é induzido a circundar a obra, que sutilmente revela novos feixes de luz. A aproximação traz a descoberta de que os fios estão fixos ao chão em plataformas de madeira. Presume-se, então, que também estejam presos no teto, mas o efeito de dissolução é incrível. O visitante tenta seguir o fluxo das luzes, mas elas desaparecem imediatamente diante dos olhos. A mudança de perspectiva e a existência breve de cada feixe cria uma surpresa interessante. Os fios ocupam e reinventam espaços, criando volumes. Assim, ignoram as fronteiras entre o real e o imaginário. Tteia, faz alusão a "teia" e a "tetéia"(uma palavra coloquial para denominar pessoa ou coisa graciosa).

 

Obra: “Gui Tuo Bei”, do artista Zhang Huan 

Localização no mapa: A11 amarelo. 

Na cultura chinesa, monumentos de pedra carregados por uma tartaruga são comuns em lugares sagrados e espaços públicos. A tartaruga representa longevidade, resistência e solidez. O texto gravado na pedra narra a história de um homem, que apesar da idade avançada, consegue com a ajuda de seus descendentes mover as montanhas que bloqueavam o caminho de sua casa. O estranhamento não se dá apenas pela escrita chinesa, mas também porque a obra traz a face do artista esculpida na tartaruga, expressando o árduo trabalho de sustentar uma tradição.

 

"Invenção da cor, Penetrável Magic Square #5", de Helio Oiticica 

Localização no mapa: A12 rosa

Essa instalação faz parte de um grupo de trabalhos que se articulam em torno da praça e do quadrado, já que em inglês a palavra square tem esses dois significados. Baseados no quadrado, estes espaços se oferecem ao espectador como grandes áreas de permanência e de convívio, por isso chamada de “penetráveis”, colocando as pessoas em contato com a forma e a cor. Esta foi uma obra que o artista não chegou a executar em vida, mas cujas instruções de realização foram minuciosamente anotadas por ele e executadas depois. Construídas postumamente, estas obras constituem uma maneira coerente de fazer jus ao legado de Oiticica, mantendo viva sua ambiciosa proposta de junção entre arte e vida.

Se optar pagar pelos serviços do carrinho de golf, você ganha essa pulseira azul que dá direito ao transporte.

                             A Recepção e bilheteria do parque.

 

          O Restaurante.

 

O parque oferece uma cafeteria, um restaurante requintado e um restaurante self-service (foto) com buffet variado e preço justo.

Existem banheiros e bebedouros espalhados pelo parque todo.

Aproveite a rica natureza desse lugar maravilhoso e bom passeio!

Aproveite a rica natureza desse lugar maravilhoso e bom passeio!

    

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Ana Cassiano

Morei na Alemanha por 8 anos. Já visitei vários países de continentes diferentes. Sou Guia de Turismo em São Paulo, Escritora de Viagens e Colaboradora de Sites de Turismo.

MMorei na Alemanha por 8 anos. Já visitei vários países de continentes diferentes. Sou Guia de Turismo em São Paulo, Escritora de Viagens e Colaboradora de Sites de Turismo.orei na Alemanha por 8 anos. Já visitei vários países de continentes diferentes. Sou Guia de Turismo em São Paulo, Escritora de Viagens e Colaboradora de Sites de Turismo.