Pompéia

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As ruínas de Pompéia Itália Blog da Ana Cassiano sítio arqueológico anacassiano    Principal praça de Pompéia, com o vulcão Vesúvio lá trás!

 

 

Reserve pelo menos umas 4 horas para visitar Pompéia. Se tiver um dia inteiro, melhor ainda. O lugar é grande e tem bastante coisa para ver. 

    Vesúvio, o culpado de tudo! Ele fica à 8 quilômetros de distância de Pompéia e tem 1.200 metros de altura.

 

IMPORTANTE: A entrada custa 11 euros. Logo na bilheteria, pegue os materiais informativos e mapas distribuídos gratuitamente. Os percursos são bem sinalizados, mas eu aconselho ficar sempre com o mapa nas mãos pra vc se orientar. Não substime o calor que faz em Pompéia! Eu fui no verão e sofri com o calor. Leve chapéu, protetor, sombrinhas e principalmente água!! Use roupas e sapatos confortáveis, pois as ruas são pedregosas e difíceis de caminhar. 

 

A História de Pompéia

Pompéia foi uma antiga cidade do Império Romano situada a 22 km de Nápoles. Por sua posição estratégica, bem ao centro das rotas comerciais marítimas da Antiguidade, Pompéia sempre foi uma localidade visada pelas populações que habitaram a península itálica. Em meados do século 5 a.C., os gregos e Samnistas dominam Pompeia e influenciam sua vida social e econômica. Durante este período, a cidade se estruturou, com a construção de edifícios com base na arquitetura grega. 

De 343 a 290 a.C. os samnitas decretaram guerra contra Roma (as famosas Guerras Samnitas), culminando com a vitoria dos romanos, que acabaram exercendo sua soberania em todo o Mediterrâneo. Com a influência romana em Pompeia, além do enriquecimento econômico, seus habitantes também puderam presenciar um florescente desenvolvimento arquitetônico. Construiram-se novos templos dedicados às divindades mitológicas, mercados, prédios administrativos, termas, lojas, teatros e anfiiteatros, um novo sistema hidráulico, enfim, toda a cidade foi modernizada e adquiriu um "look" de colônia romana.

Pompeia vivia seu apogeu quando, em 62 d.C., um violento terremoto provocou consideráveis danos à cidade. Era um pre-anúncio da pior catástrofe que ainda estava por vir. Graças à sua rica economia, Pompeia se reergueu rapidamente. Além de reconstruída, a cidade foi ampliada e mais ricamente decorada.

     Reconstituição de Pompéia antes da destruição.

 

Apenas 17 anos depois, no fatídico 24 de agosto de 79 d.C., aquele monte aparentemente inofensivo, coberto de abundante vegetação e que adornava a paisagem de Pompeia e de todo o golfo de Nápoles, causou uma catástrofe nunca antes vista. Ninguém sabia que se tratava de um vulcão, muito menos que fosse explosivo e que devastaria tudo que encontrasse pela frente. 

Caio Plínio, um jovem morador de Pompéia, narra em uma carta histórica, a tragédia que sepultou a cidade. Segundo sua descrição, aquele dia era como qualquer manhã ensolarada de verão, quando, pouco antes do meio-dia, ouviu-se um forte barulho seguido de tremor, os pássaros começaram a voar em bandos, o mar se agitava e uma nuvem espessa e escura se formava sobre o Vesúvio, transformando, repentinamente, o dia em noite. 

As pessoas nem imaginavam que fosse o início de uma erupção e, tomadas pela curiosidade, observavam toda aquela cena apocalítica. Seguiu-se uma chuva de pedras-pomes, à toneladas e lançadas a toda velocidade pelo vulcão; com elas, os gases tóxicos que dizimaram não só a população de Pompeia como de toda a região em torno da baía de Nápoles. Muita gente morreu.

    Reconstituição**

 

O Monte Somma e o Vesúvio faziam parte da mesma montanha, que se dividiu na erupção de 79. Sua altura chegava a 2.000 m. O mar afastou-se da costa aumentando a distância entre Pompeia e o litoral.

Pompéia não foi a única que sofreu com a erupção do Vesúvio. Ercolano, Boscoreale, Oplontis e Stabia também sumiram do mapa. Talvez Pompéia tenha ficado mais famosa por causa do número de mortos. A cidade se manteve soterrada por 1600 anos! Em 1748, escavações encontraram Pompéia por acaso! Dalí pra frente, a cidade virou um sítio arqueológico que revelou muita coisa intacta, como construções, pinturas, mosaicos e corpos petrificados. 

Desde 1997, Pompéia se tornou Patrimônio da Humanidade. Caminhar por lá é incrível, apesar da sensação de angústia que dá na gente por saber de tudo que aconteceu. Mas ao mesmo tempo é surpreendente o que as escavações mostram: uma cidade totalmente organizada e desenvolvida, com “tecnologias” usadas até nos dias de hoje! O lugar permanece em excepcional estado de conservação, apesar de ter sido soterrado pela chuva de cinzas (e não pela lava) que cobriu a cidade em 6 metros de altura. 

Faixa de Pedestres escavações arqueológicas nas ruínas de Pompéia na Itália vulcão Vesúvio     Principal rua de Pompéia, com "faixa de pedestre"

 

As ruas pavimentadas de Pompeia possuíam essas pedras elevadas para que os pedestres atravessassem com maior conforto, evitando o contato com as poças d'água e o esgoto da cidade. 

    Calçamento é o original da época, e eu achei isso incrível!

 

Quando desapareceu debaixo das cinzas, Pompéia tinha cerca de 20 mil habitantes, que morreram soterrados ou asfixiados pela fumaça tóxica. Com as escavações, casas, prédios públicos, aquedutos, teatros, termas e lojas foram encontrados. Os arqueólogos encontraram também objetos e afrescos que revelaram importantes aspectos do cotidiano de uma cidade típica do Império Romano.

É curioso observar, através das ruínas, o modo de vida e os costumes de uma sociedade que existiu há mais de 2000 anos atrás. Passear por Pompéia é uma viagem no tempo. Para quem gosta de história das antigas civilizações (como eu) é um passeio realmente impressionante!

 

Os corpos petrificados de Pompéia

Prédio da Exposição dos Corpos de Pompéia é um lugar impressionante. O Vulcão Vesúvio entrou em erupção repentinamente e cobriu a cidade de cinzas. Isso moldou os corpos das pessoas, permitindo que fossem encontrados exatamente na posicão em que estavam quando foram atingidas. 

Corpos petrificados encontrados soterrados em Pompéia sítio arqueológico erupção do vulcão Vesúvio Itália Blog da Ana Cassiano

As cinzas ardentes, aderindo aos corpos das vítimas, uma vez solidificadas, formaram uma espécie de casulo, onde os corpos se decompuseram totalmente, deixaram o interior oco. Durante o processo da exumação das ruínas, os trabalhos foram designados ao pesquisador Giuseppe Fiorelli, que dirigiu as escavações entre 1860 e 1875. 

Fiorelli percebeu que, se fizesse uma abertura nessa estrutura e derramasse gesso no interior daquelas “cascas”, uma vez preenchidas todas as cavidades, estando seco o gesso e quebrando-se o casulo, seria possível obter uma estátua na exata posição do momento que havia morrido. Com essa técnica, foi possível manter os corpos intactos, exatamente como foram encontrados pelos pesquisadores, até os dias de hoje.

       Não é lugar pra tirar fotos sorrindo não, eu sei, mas eu estava muito feliz por estar ali, podendo presenciar fatos tão importantes da história.

 

Jardim dos Refugiados

Jardim dos Refugiados fica junto à Porta de Nocera. É o lugar onde foram encontrados os “fugitivos”. Muitos corpos foram encontrados lá, inclusive hoje, ainda estão expostos (réplicas) exatamente como morreram. Ali era um vinhedo. Esse foi um local onde as pessoas buscaram por um último refúgio. Acredita-se que eram membros de uma mesma família.

 

Fórum Granary

Fórum Granary era um mercado na época, mas hoje é usado como celeiro para armazenar peças do sítio arqueológico encontradas durante as escavações.

      Um cachorro (de pernas para cima).

 

Visitando o Sítio Arqueológico

O sítio arqueológico de Pompéia é grande e tem bastante coisa para ver. São mais de 70 pontos de visitação no total! Se vc não tiver tempo para ver tudo, vou mostrar aqui os lugares mais interessantes, aqueles que eu acho imperdíveis.

        Na entrada, a gente recebe esse mapa. Ajuda bastante para se locomover lá dentro.

 

Porta Marina

Porta Marina - Pompéia era uma cidade bem fortificada por suas muralhas. O acesso a ela se fazia por 8 portões (ou portas). Nos tempos antigos, a Porta Marina era o ingresso para aqueles que vinham do porto. Hoje é a entrada principal (é onde fica a bilheteria) e está situada nas proximidades da estação ferroviária, o que facilita bastante para os turistas. 

    Parecida com uma torre, a Porta Marina tem duas entradas em forma de arco, uma maior e outra menor. Acredita-se que uma era para a entrada de pessoas, e a outra para animais e meios de transporte.

 

Templo de Vênus

Pompéia era uma cidade romana dedicada a Vênus. O Templo de Vênus ficava bem ao lado da entrada, na Porta Marina, mas hoje, pouco restou dele, só ruínas mesmo. Eu nem tirei foto, rs. Os estudos dizem que o Templo de Vênus ficava aqui porque essa é a parte mais alta da cidade. Dava pra ver de longe, até do mar, antes mesmo dos barcos atracarem no porto.

 

Basílica

Basílica de Pompéia era um edifício muito amplo. Por ter muito espaço, era frequentada pelo público em geral. Até o século 4, as basílicas eram edifícios públicos civis destinados a assembleias ou a administração da justiça. Somente no ano 313 que passaram a ser locais de culto.

 

Edifícios Públicos

Logo ao lado da Basílica, ficam os Edifícios Públicos que eram destinados ao “prefeito” e aos conselheiros municipais.

    Prédios Administrativos.

 

Praça do Fórum

Praça do Fórum é praticamente o coração da cidade. É onde as principais ruas de Pompéia se cruzam. Era o lugar onde se debatiam as questões políticas, administrativas e comerciais da cidade. Quando Pompéia foi fundada, o Fórum foi um pequeno mercado no centro da cidade. Ele ficava na junção de duas importantes rotas que ligavam Pompéia a Nápoles, Nola, e Stabia.

Praça do Fórum Pompéia Sítio arqueolágico vulcão Vesúvio Itália Blog da Ana Cassiano anacassiano     Praça do Fórum com o vulcão Vesúvio lá trás.

 

          Há colunas dóricas e Jônicas por toda parte!

 

     Arco di Augusto.

 

        Os romanos incorporaram muitas coisas dos gregos, principalmente a arquitetura. Esse é o Templo de Eumachia.

 

Templo de Júpter

Templo de Júpiter fica bem no centro da praça do Fórum, com uma estátua da cabeça de Júpiter que foi encontrada durante as escavações.

Templo de Júpter nas ruínas de Pompéia sítio arqueológico Itália vulcão Vesúvio    Cabeça de Júpter!

 

 

Templo de Apolo

O Templo de Apolo também fica na praça do Fórum. É uma das construções mais antigas de Pompéia. Possui um pórtico com colunas jônicas e uma réplica da estátua de Apolo na posição de arqueiro (a estátua original está no Museu de Nápoles).

 

Grande Teatro

O Grande Teatro foi construído no século 2 a.C. É tipo uma arena. O palco fica lá embaixo e as pessoas sentavam nas escadarias, permitindo que o som se propagasse e fizesse com que todos ouvissem o que estava sendo dito. No mesmo complexo tem o Pequeno Teatro (também chamado de Odeon) e o Quadripórtico, que é um gramado onde as pessoas se reuniam depois dos espetáculos. 

Grande Teatro das ruínas de Pompéia anfiteatro escavações arqueológicas Itália Blog da Ana Cassiano

     Pequeno Teatro (Odeon).

 

    Reconstituição do Teatro Odeon, que era coberto.

 

       Quadripórtico, que também era lugar de exibição de gladiadores.

 

Templo de Ísis ruínas de Pompéia na Itália escavação arqueológica Blog da Ana Cassiano       Templo de Ísis, que fica atrás do Grande Teatro.

 

Casa do Fauno

Casa do Fauno é a maior residência de Pompeia; é praticamente um palacete. Aqui foi encontrado um mosaico de mais de um milhão de peças representando a batalha entre Alexandre (O Grande) e Dario III em Isso. O mosaico que está aqui é uma réplica. O original está conservado no Museu Arqueológico de Nápoles. A Casa do Fauno recebeu esse nome porque no centro, tem uma pequena fonte no chão com uma réplica da estátua de bronze do Fauno (a peça original também está no Museu de Nápoles). A estátua é tão pequena que eu quase não vi, rs.

 

Casa da Pequena Fonte

Casa da Pequena Fonte se destaca pela sua arquitetura, preocupada em criar um átrium central, interligando os quartos com a área destinada à recepção das visitas. A articulação dos espaços da casa foi pensada de tal forma que a partir da entrada a gente já enxerga a bela fonte que decora o jardim central, o que já logo de cara mostra o alto status social do proprietário. 

A fonte é coberta com mosaicos coloridos e conchas e é decorada com uma estátua de bronze de um pescador e um Amorino (réplica). As paredes possuem afrescos que retratam a paisagem de Pompéia alguns anos antes da erupção, incluindo a representação de uma cidade marítima, tema muito em voga na época.

 

Casa do Poeta Trágico

A Casa do Poeta Trágico é impressionante, porque logo na entrada tem um mosaico no chão com o desenho de um cão escrito “cave canem”, tipo "Cuidado, Cão bravo!" Um aviso tão comum nos dias de hoje e já era usado naquela época. O mosaico do cão está tão bem conservado que até assusta! A Casa do Poeta Trágico representa bem o estilo do que era uma mansão. É cheia de cômodos e rica em afrescos simbolizando cenas da mitologia greco-romana.

     Cuidado! Cão Bravo.

 

Anfiteatro de Pompéia

Como toda colônia romana, Pompéia também tinha seu anfiteatro. O Anfiteatro de Pompéia é uma das construções mais antigas e bem preservadas das ruínas, construído em cerca de 70 a.C. Sua construção foi financiada por dois ilustres representantes do governo da cidade. 

      Foto da Internet.

 

Assim como o Coliseu em Roma, esse edifício foi idealizado para o combate de gladiadores e tinha capacidade para 20 mil espectadores, o equivalente a toda a população da cidade, que iam assistir os violentos e sangrentos espetáculos com gladiadores e animais ferozes. 

E se vc pensa que guerra de torcidas é uma coisa atual, saiba que naquela época, já aconteciam verdadeiras guerras entre os telespectadores. Uma briga na arquibancada foi tão grave, que o anfiteatro ficou fechado por anos. Só foi reaberto de novo depois que a esposa de Nero intervir bastante.

 

Lavanderia di Stephanus

A Lavanderia di Stephanus era onde funcionavam uma lavanderia e uma tinturaria. Sabe-se que seu proprietário se chamava Stephanus por causa de uma propaganda eleitoral pintada na fachada da lavanderia. Aqui há bacias e grandes tanques para a lavagem dos tecidos, terraço para a secagem e até uma prensa para passar roupas. Há também um local para a coleta de urina humana, muito requisitada naquele tempo para alvejar e tirar manchas de tecidos, olha que nojento!

      Lavanderia de Stephanus.

 

Termas

As Termas eram os lugares de banhos. Nem todos os habitantes da cidade possuíam água em casa, por isso as termas tinham grande importância para a população de Pompeia. 

Além de uma necessidade, elas também eram um evento social. Ali, eles se encontravam com amigos, conversavam e estabeleciam contatos políticos. Homens e mulheres tinham áreas separadas. 

     Termas de Stabia.

 

As termas de Stabia são as maiores e mais antigas da cidade. Elas elas ainda exibem a refinada decoração com motivos figurativos e mitológicos, feita pouco antes da erupção de 79 d.C. Bem preservadas, as termas do Fórum são as segundas maiores da cidade e datam de 80 a.C.

    Termas do Fórum.

 

 

Lupanário

O Lupanário (Lupa em latim significa prostituta) era um dos mais bem organizados bordéis de Pompéia. São cinco quartos e uma latrina no piso térreo e mais cinco quartos no andar superior. Um ponto interessante são as pinturas que retratam diferentes posições sexuais e que adornam todo o bordel. Tem uma marca de uma moeda de 72 d.C. gravada em uma das parede do edifício, indicando que o sexo era pago. 

      Ao longo da rua, tem pequenas esculturas em formato de pênis moldados no chão ou nas paredes, junto às placas do nome das ruas, que indicavam o caminho do prostíbulo.

 

Vi também muitos desenhos e esculturas de pênis ereto na fachada das casas. Para os romanos, esse símbolo afugentava as desgraças, trazia proteção, sorte e principalmente fartura e prosperidade. Então, a figura do pênis em Pompéia não era apena sinal de prostíbulo!

 

Vila dos Mistérios

Vila dos Mistérios fica em uma colina, de frente para o mar e fora dos muros de Pompéia. É uma das mais de cem moradias que circundavam o Vesúvio. Eram ligadas à agricultura, mas que também serviam de refúgio para os endinheirados. Representou uma transformação social, ocorrida no século I d.C., quando as famílias nobres de Pompéia decidiram viver fora do caos da cidade. 

Uma casa em especial chama a atenção. Nela, uma espécie de sala de jantar é decorada com afrescos. O "mistério" dessas pinturas ilustra as fases do ritual de iniciação de uma jovem, talvez uma noiva, aos mistérios dionisíacos. No culto dionisíaco, as orgias eram muito frequentes, mas nestas pinturas foram um pouco censuradas, talvez por causa das proibições do Senado de Roma e das severas penas aos praticantes do tal culto.

 

Thermopolium

O Thermopolium era o Mc Donalds de Pompéia! Kkkk. Naquela época, não era comum fazerem almoço em casa. Então as pessoas comiam na rua, em estabelecimentos tipo “lanchonetes”. Era comida rápida, muitos comiam de pé mesmo ou sentados em estruturas parecidas com balcões.

       Thermopolium.

 

 

Vulcão Vesúvio, o culpado de tudo!

Desde 1748 (quando começaram as escavações arqueológicas) até hoje, o Vesúvio já teve 52 erupções, a última em 1944. Pode subir na sua cratera, e esse é um passeio imperdível. Eu estive lá e vou te contar como foi! 

Para saber Como é subir no vulcão Vesúvio clique AQUI

 

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Ana Cassiano

Morei na Alemanha por 8 anos. Já visitei vários países de continentes diferentes. Sou Guia de Turismo em São Paulo, Escritora de Viagens e Colaboradora de Sites de Turismo.

MMorei na Alemanha por 8 anos. Já visitei vários países de continentes diferentes. Sou Guia de Turismo em São Paulo, Escritora de Viagens e Colaboradora de Sites de Turismo.orei na Alemanha por 8 anos. Já visitei vários países de continentes diferentes. Sou Guia de Turismo em São Paulo, Escritora de Viagens e Colaboradora de Sites de Turismo.